Dicas do Gaveteiro

Trabalho em altura: tudo que você precisa saber

Escrito por flavaccaro

A segurança do trabalho em altura nem sempre é deixada de lado por desconhecimento do colaborador ou pela recusa em usar o Equipamento de Proteção Individual (EPI). Grande parcela dos acidentes dessa natureza ocorrem devido à falta de informação, tanto do profissional responsável pela realização de uma tarefa, quanto do engenheiro de segurança do trabalho, que precisa orientar sobre os trâmites de prevenção que devem ser adotados.

imagens-ilustrativa-de-luvas-a-ser-usadas-na-cozinha-epi-em-latex-e-antitermica-mais-usada-na-cozinha-industrial

Isso porque os riscos das atividades executadas em elevações podem causar sérios danos à saúde e integridade dos trabalhadores, bem como de outros indivíduos que possam ser afetados. Sem contar uma série de outras complicações, como óbito dos envolvidos e processos judiciais.

Para ajudar você a evitar essas situações, nós elaboramos este guia. Nele, você saberá tudo o que precisa para aumentar a segurança das atividades que são desenvolvidas em locais altos. Boa leitura!

Como é o trabalho em altura?

homem-usando-os-produtos-de-protecao-de-altura-em-uma-estrutura-de-ferro-com-cinto-e-capacete-de-seguranca

O primeiro passo é compreender o que é altura. É comum gestores e trabalhadores acharem que lugar alto é aquele que está a muitos metros do solo, o que é um grande equívoco.

Segundo a Norma Regulamentadora nº 35 (NR35) — que estudaremos com mais detalhes adiante —, qualquer função executada a partir de dois metros do piso é considerada trabalho em altura. Portanto, após esse limite, é obrigatório utilizar EPI e aplicar medidas de segurança.

Por exemplo, uma simples retirada de produtos em prateleiras ou a troca de lâmpadas são consideradas atividades em altura.

Vale frisar que a norma não se concentra no nível de complexidade da tarefa ou para outros riscos que ela envolva — como veremos ao longo deste artigo, os perigos referentes a uma função precisam ser considerados conforme a natureza do serviço em si.

O que diz a NR 35?

protecao-em-altura-em-uma-estrutura-de-ferro-homem-usando-capacete-de-seguranca-cinto-de-seguranca-e-todos-apetrechos-de-seguranca

NR 35 passou a vigorar em março de 2012 e prescreve os requisitos de proteção para o trabalho em altura. No texto estão inclusos o planejamento, a organização e a realização do trabalho em altura.

O objetivo da norma é preservar a saúde e segurança de todos os profissionais envolvidos nesse tipo de ocupação. Ou seja, essa série de critérios garante a proteção de todos em estruturas, como andaimes, escadas ou plataformas.

Quem negligencia essa NR e desconsidera a base teórica e prática determinada em seu conteúdo programático, corre o risco de expor seus trabalhadores a situações perigosas. E com isso, deverá arcar com consequências imensuráveis a qualquer momento.

Dentre as mais graves estão, multas de órgãos trabalhistas e processo judicial por parte do empregado ou de seus familiares. Vale a pena arriscar?

Essa norma regulamentadora deve ser encarada como uma exigência dentro da empresa. Cabe ao responsável pelo departamento de saúde e segurança do trabalho ficar sempre atento ao ambiente laboral para diminuir o número de acidentes por queda.

Os funcionários que não têm a percepção dos riscos apurada devem ser impedidos de trabalhar em alturas. Do mesmo modo, quem for desaprovado pelas avaliações teóricas e práticas precisa se sujeitar a novos treinamentos quantas vezes forem necessárias.

É dessa forma que a gestão de segurança passa a ter crédito dentro da instituição. Os retornos serão claros e positivos, podendo ser convertidos em números. A área (ou o setor) cercada pela prevenção eliminará a frequência de acidentes em altura, fazendo com que os próprios envolvidos valorizem o programa implementado.

Outras normas importantes ligadas à NR 35

homem-limpando-janelas-de-um-predio-todo-de-vidro-usando-os-EPI-de-protecao-em-altura

Vimos que o conhecimento sobre a NR 35 é imprescindível. Porém, outras normas regulamentadoras estão ligadas a ela e devem ser conhecidas e aplicadas em conjunto. São elas:

  • NR 6 (Equipamento de Proteção Individual): regulamento que indica a importância do EPI, ou seja, dispositivo individual que visa a proteção de riscos;
  • NR 7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO): prática destinada à promoção e preservação da saúde dos colaboradores;
  • NR 9 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA): preceito que visa a manutenção da integridade e da saúde dos profissionais ligados aos riscos ocupacionais;
  • NR 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção): abrange medidas de segurança, coletiva e individual, para garantir um ambiente de trabalho mais seguro;
  • NR 26 (Sinalização de Segurança): que utiliza cores para sinalizar os locais de trabalho.

O que causa um acidente de trabalho em altura?

dois-homens-usando-os-produtos-de-protecao-em-altura-em-um-andaime

O perigo mais notório é o de queda. Entretanto, também devem ser avaliadas outras circunstâncias ambientais que estejam atreladas às condições do local onde a função será executada e inclusive aqueles relativos a própria tarefa.

Essa verificação precisa ser realizada para levantar os seguintes fatores:

  • riscos típicos: possibilidade de queda do trabalhador e de utensílios e materiais, que podem atingir os indivíduos que estão abaixo da estrutura de trabalho;
  • riscos adicionais: são condições alheias à própria ocupação, como chuva, neblina e outras circunstâncias. Por exemplo, se a tarefa for executada em um local com baixa temperatura, essa condição pode causar hipotermia, o que indica o uso de EPI apropriado;
  • condições específicas da tarefa: caso o serviço esteja associado a riscos de choque elétrico, além da NR 35 (trabalho em altura), deve ser considerada a NR 10, que regulamenta a situação de trabalho dos colaboradores que atuam em instalações elétricas.

As causas mais conhecidas e frequentes dos acidentes em altura são:

  • ausência de capacitação dos profissionais: muitas pessoas trabalham ilegalmente sem fazer os treinamentos necessários;
  • planejamento inadequado: antes da realização de qualquer função em elevações é preciso avaliar e estudar o ambiente de trabalho, a fim de extinguir os perigos encontrados;
  • falta de equipamentos apropriados: a tarefa não poderá ser executada sem os acessórios obrigatórios;
  • falta de averiguação dos equipamentos: os itens devem conter certificados de aprovação e estarem em perfeitas condições de uso;
  • falta de comunicação: as informações precisam ser claras e objetivas, os envolvidos devem estar bem instruídos para que tudo ocorra da melhor forma possível;
  • correria e pressão: executar as atividades com pressa pode acarretar risco grave e iminente. É necessário calma e concentração;
  • carga horária excessiva: o empregado deve estar apto e bem-disposto para realizar o serviço, o tempo de descanso e folga é fundamental para repor as energias;
  • uso de bebidas alcoólicas e entorpecentes: antes de designar as tarefas em elevações é necessário constatar se os funcionários estão sóbrios. Ou seja, se não consumiram nenhuma substância que possa comprometer a coordenação motora e o funcionamento do sistema nervoso.

As condições que a empresa deve oferecer aos trabalhadores:

Quais são as responsabilidades da NR 35?

protecao-em-altura-que-um-homem-esta-usando-em-uma estrutura-para-limpeza-externa-de-predios

Todos precisam colaborar! Com o objetivo de eliminar acidentes com quedas, as responsabilidades devem ser distribuídas entre empresa e colaboradores. Confira o que cada um precisa fazer.

Cabe ao empregador:

  • garantir a implementação dos critérios de proteção prescritos na NR35;
  • elaborar a Análise de Risco e, quando aplicável, emitir a Permissão de Trabalho;
  • criar procedimentos operacionais para as tarefas rotineiras em altura;
  • fazer a avaliação prévia das condições do ambiente de trabalho em altura, pela avaliação, planejamento e implantação das medidas extra de segurança aplicáveis;
  • adotar as providências necessárias para garantir o desempenho dos procedimentos de proteção definidos pelas empresas contratadas;
  • oferecer aos envolvidos informações atualizadas sobre as medidas de controle e os riscos;
  • atestar que qualquer atividade em altura só se inicie depois de adotados os trâmites de proteção preestabelecidos;
  • assegurar a suspensão da tarefa quando constatar uma situação de risco não prevista, em que a neutralização ou eliminação imediata não seja possível;
  • determinar um sistema de autorização para os trabalhadores que estejam aptos para enfrentar a condição proposta;
  • garantir que toda a atividade em altura seja executada sob vigilância, cujo monitoramento seja definido pela análise de riscos com base nas especificidades da tarefa;
  • organizar e armazenar toda a documentação gerada durante o planejamento.

Cabe aos empregados:

  • seguir as atribuições legais e regulamentares sobre o trabalho em altura, bem como as práticas determinadas pelo empregador;
  • auxiliar a empresa durante a implementação das diretrizes da NR35;
  • cessar suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que houver comprovação de riscos graves e iminentes para sua integridade física ou a de outros colegas, informando a condição ao engenheiro de segurança, que tomará as medias cabíveis;
  • velar pela sua segurança e saúde, bem como de terceiros que possam ser afetados por suas ações ou falhas no trabalho.

Como é possível evitar um acidente?

homem-em-cima-de-um-andaime-usando-protecao-nas-alturas

Para atenuar os riscos, a empresa deve criar um programa de capacitação dos profissionais que executarão as funções em altura. Quanto mais completo o treinamento, menores os riscos.

Nesse caso:

  • o curso deve ser teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas;
  • a capacitação deve ser reciclada a cada dois anos, ou menos, dependendo das condições de risco;
  • os instrutores precisam ter experiência e conhecimento comprovados;
  • a aula precisa ser acompanhada por um representante da segurança do trabalho, para garantir que todos os temas necessários serão discutidos;
  • após a finalização do treinamento, o trabalhador deve receber um certificado de conclusão.

O conteúdo deve incluir (no mínimo):

  • normas e EPIs para o trabalho em altura;
  • sistemas e procedimentos de proteção individual e coletiva;
  • análise de risco e situações de impedimento;
  • riscos potencias e medidas de controle e prevenção;
  • acidentes típicos em trabalho em altura;
  • ações de emergência, como métodos de resgate e primeiros socorros.

Quais critérios devem estar presentes no planejamento de segurança?

homem-em-cima-de-um-telhado-usando-varias-protecoes-em-altura-para-evitar-acidentes

Com um planejamento centrado e processos bem fundamentos, os riscos diminuem consideravelmente. Sem exceções! Todo trabalho em altura precisa ser planejado, coordenado e realizado por pessoas autorizadas e capacitadas.

Quem pode trabalhar em altura?

O trabalhador ideal para executar esse tipo de função é aquele que, depois de treinado e ter sua saúda avaliada, foi julgado apto para a tarefa com autorização formal do engenheiro de segurança. Depois disso, o empregador deve investir em exames médicos relacionados ao mal súbito e queda de altura.

Precauções

No planejamento laboral, a empresa precisa adotar, respectivamente:

  • as condições para evitar o trabalho em altura, se existir outro modo de executar a função;
  • as medidas para extinguir o risco de queda;
  • os procedimentos para diminuir os efeitos da queda.

Além disso, vale reforçar que toda essa atividade deve ser supervisionada, sendo que o formato desse acompanhamento precisa ser determinado pela Análise de Risco.

Como elaborar a Análise de Risco (AR)?

homem-em-um--poste-seguro-por-um-cinto-de-seguranca

Antes de exercer qualquer função em elevações deve ser elaborada uma Análise de Risco. Além dos riscos inerentes das funções em altura, essa análise deve levantar outros fatores, como:

  • a área em que os serviços serão feitos e seu entorno;
  • o isolamento e sinalização do local;
  • a probabilidade de queda de equipamentos e materiais;
  • as condições climáticas;
  • os procedimentos de emergência e a preparação do resgate e primeiros socorros;
  • os riscos adicionais;
  • o formato da supervisão.

Procedimento operacional

Funções rotineiras em altura demandam a elaboração de procedimento operacional, que precisa incluir, pelo menos:

  • os critérios e requisitos da tarefa;
  • as instruções administrativas;
  • a descrição detalhada (passo a passo) da atividade;
  • os parâmetros de controle dos riscos;
  • as circunstâncias de impedimento da tarefa;
  • os itens de proteção necessários;
  • as competências e obrigações.

Permissão de Trabalho

Atividades de trabalho em altura que não forem rotineiras devem ser previamente autorizadas por uma Permissão de Trabalho. Ela deve conter:

  • Os requisitos mínimos para a execução do trabalho;
  • As medidas estabelecidas na Análise de Risco;
  • A relação de todos os envolvidos e suas respectivas autorizações.

Quais os EPIs essenciais para esse tipo de trabalho e por que é importante?

homem-em-cima-de-um-andaime

Os equipamentos de proteção individual são ferramentas indispensáveis para diminuir a frequência de acidentes no ambiente laboral. A propósito, eles são produzidos justamente para garantir a integridade dos colaboradores, conservando sua saúde e segurança.

Portanto, os EPIs não podem ser fabricados ou vendidos por qualquer empresa. Há uma série de critérios que envolve a produção desses acessórios, visto que a negligência no desenvolvimento desses itens pode levar algumas pessoas ao óbito.

As exigências não param por aí. A lei obriga todas as companhias a comprar e oferecer aos profissionais os equipamentos compatíveis com a atividade empregatícia a ser exercida. A troca, em caso de danos, extravios e vencimentos cabe ao empregador. Já a higienização, manutenção, guarda e conservação fica sob responsabilidade do empregado.

No momento de elaborar uma lista para adquirir os EPIs corretos, você precisa considerar os possíveis riscos aos quais a equipe estará exposta, bem como as circunstâncias adicionais. Além dos itens básicos, como botinas, capacete com jugular, luvas e óculos de segurança, existem alguns equipamentos de proteção obrigatórios para o trabalho em altura:

  • ascensores e descensores;
  • bastão de acesso e resgate;
  • cinto de segurança;
  • cordas;
  • escadas;
  • fitas de ancoragem;
  • guinchos retráteis acompanhados de blocos de polias;
  • linhas de vida fixa ou móvel;
  • mosquetões;
  • sligs e placas de ancoragem;
  • talabartes (simples, de posicionamento ou em Y);
  • trava quedas para corda, cabo de aço e corda;
  • trolley e ancoragens para vigas;
  • tripé para acesso a espaços confinados;
  • monopé para acesso às fachadas de estruturas.

O que fazer em caso de trabalho de altura?

É necessário verificar se todas as atividades em elevações da empresa estão sendo devidamente planejadas, avaliadas e executadas por pessoas aptas, certificadas e habilitadas.

Para evitar ou atenuar riscos, há uma hierarquia básica de medidas de controle que acompanham o trabalho em altura. Para isso, é preciso:

  • sempre prensar nos critérios que protejam todos os grupos de risco;
  • verificar se os instrumentos de acesso são seguros e resistentes o bastante para sustentar o peso do colaborador e de qualquer material ou ferramenta;
  • executar a tarefa tanto quanto possível a partir do solo, como construir estruturas e erguê-las na posição de meios de elevação;
  • ter cautela quando se trabalha próximo a locais/superfícies frágeis, para evitar uma queda ou para diminuir a distância e as lesões no caso de um acidente;
  • garantir que a equipe possa chegar em segurança até a área de trabalho e também considerar as medidas de evacuação e salvamento de emergência;
  • testificar-se de que todos os envolvidos são qualificados para realizar as atividades pelas quais são responsáveis, sobretudo aqueles que planejam e organizam;
  • disponibilizar os dispositivos mais adequados para o tipo de tarefa que está sendo executada, inclusive adquirir equipamentos extra para garantir uma segurança adicional;
  • instalar proteção contra quedas ou lançamentos de objetos, como colchões infláveis ou redes;
  • certificar-se de que os acessórios utilizados para o trabalho em altura estão bem conservados.

Regaste em altura: como proceder e garantir a segurança de todos os envolvidos?

protecao-em-altura-e-protecao-individual

O segredo para a eficiência do resgate em altura é simples: promover treinamentos e implementar planos de salvamento competentes. Para isso, todas as ações devem ser repassadas e instruídas por meio de simulações, além de realizar a documentação do evento para consultas futuras.

Conheça algumas recomendações para resgatar profissionais corretamente e evitar complicações, como trauma de suspensão ou queda de materiais que podem machucar outras pessoas no piso.

Deixe os equipamentos de resgate próximos as áreas de trabalhos

Essa prática é crucial para garantir a velocidade do resgate de quem sofre um acidente em altura, o que é imediatamente proporcional à preservação da vida do profissional lesionado. Quanto mais próximos estiverem os itens de resgate, mais fácil e ágil será o salvamento.

Estude o local e garanta sua segurança

Saber qual é o estado da vítima e da área é fundamental. É necessário avaliar o cenário de forma crítica e centrada, pois ajudará a solucioná-lo prontamente.

Lembre-se de transmitir tranquilidade para o acidentado e garantir a segurança do socorrista. Sinalizar o local sobre a ocorrência do acidente e solicitar apoio dos serviços de emergência é obrigatório.

Só permita que profissionais devidamente treinados façam parte da operação

Na hora do perigo, todo mundo se dispõe a ajudar. Mas cabe a você, engenheiro (ou técnico) de segurança de trabalho, designar as pessoas mais preparadas para a função, a fim de garantir maior proteção a todos os envolvidos.

Realize o pré-socorro e avaliação da vítima

Após ter acesso à vítima, o socorrista deve verificar se ela está consciente e se sua respiração está normal. Em seguida, é preciso chamar o acidentado até três vezes, notando se o peito dele se eleva.

Depois, a consciência e o reflexo devem ser avaliados com tatos ou estímulos doloridos (beliscões). Essas intervenções devem ser realizadas por dez segundos.

Caso o acidentado não reaja, é provável que ele esteja em parada cardíaca, sendo necessário iniciar a reanimação cardiopulmonar (RCP).

Em algumas situações, é mais importante a qualidade do socorro e o correto manejo da vítima (imobilização, prevenção de choque, contenção de hemorragia etc.) do que a agilidade no resgate em áreas elevadas. Portanto, afaste-a do perigo para evitar novas lesões, para que, em seguida, seja realizada sua estabilização para aplicar os primeiros socorros.

Considere o porte e o peso da vítima

É necessário considerar a distribuição correta do peso do acidentado nos equipamentos de resgate, a fim de eliminar ferimentos decorrentes do procedimento de remoção.

Simplifique o processo

O conhecimento e domínio das medidas de salvamento não obriga a usar todas elas. Isso significa que existem situações em que com um procedimento simples é possível evitar uma manobra complicada.

Tenha cuidado ao descer a vítima

No momento da ancoragem, o socorrista deve escolher o melhor ponto de descida, além de garantir uma manobra extra em caso de rompimento da corda, por exemplo. Afinal, os obstáculos a serem vencidos nesse tipo de resgate podem ser naturais ou artificiais, como: prédios, paredões, pontes, declives, abismos, entre outros.

Instale um Sistema de Comando em Operações (SCO)

Em todo e qualquer cenário de emergência, o SCO deve ser aplicado. A utilização do comando e consequente aplicação do sistema com base no plano de ação é obrigatória, ou seja, precisa ser um preceito (padrão) de qualquer atividade de emergência, especialmente as de resgate em alturas.

Como visto neste tópico, ao seguir essas recomendações corretamente, é possível socorrer os funcionários de maneira segura e eficaz, protegendo não só o agente lesionado, como os outros colegas e pessoas ao redor.

Esperamos que as informações abordadas ao longo deste conteúdo tenham sido suficientes para você saber tudo sobre trabalho em altura. Agora, basta colocar essas dicas em prática na sua empresa para garantir a segurança dos seus colaboradores, reduzir afastamentos e evitar passivos trabalhistas.

Se você está pensando em adquirir EPIs para exercer atividades em altura, não deixe de conferir nosso e-commerce. Nele, você vai encontrar um catálogo variado de equipamentos, objetos e ferramentas para que sua equipe possa trabalhar com total proteção e segurança. Não deixe de conferir!

banner-do-gaveteiro.com.br-com-alguns-insumos-como-capacete-de-seguranca-caixa-de-papelao-compressor-de-ar-maquina-de-cafe-bota-de-seguranca

Sobre o autor

flavaccaro

Flavia é redatora do Gaveteiro.com.br

Deixar comentário.

Share This