Indústria

Brigada de incêndio: o que é preciso para criar uma na empresa

Flavia Vaccaro
Escrito por Flavia Vaccaro

Você sabe o que é uma brigada de incêndio e como ela funciona? Os empreendedores, empresários e gestores além de suas atribuições, como tomar decisões, acompanhar o mercado e cuidar das finanças, devem estar atentos a todas as normas e instruções técnicas relativas aos seus negócios.

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A legislação de segurança contra incêndios na empresa vai muito além dos extintores, mangueiras, luminárias de emergência e placas de sinalização, sendo que é neste conjunto de medidas de proteção, que a brigada de incêndio entra com um papel fundamental na preservação da integridade de todos os envolvidos em uma organização.

Pensando nisso, criamos este artigo com a intenção de que seja um guia da brigada de incêndio. Aqui você vai obter as principais informações sobre esse assunto. Acompanhe.

O que é a brigada de incêndio?

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A brigada de incêndio é o termo utilizado para se referir a uma equipe de funcionários fixos da empresa, essa turma é devidamente treinada e organizada para agir em determinadas situações, como prevenção de incêndios, necessidades de evacuação em emergências, atendimento de primeiros socorros e combate a focos em princípios de incêndios.

No entanto, de modo geral, as atribuições da brigada de incêndio são separadas em duas atividades, que são:

Prevenção

Sabemos que, toda empresa está sujeita a riscos de incêndio e demais situações de sinistros.

A prevenção desses tipos de ocorrência certamente será muito mais simples e econômica para as finanças da empresa do que as ações de combate ao fogo e seus prejuízos físicos e psicológicos, sem falar das multas e demais penalidades que um negócio pode sofrer por não se adequar às normas relacionadas à segurança do ambiente de trabalho. Para evitar estes e outros tipos de problemas, os brigadistas atuam com:

  • avaliação de riscos existentes;
  • inspeções de equipamentos de combate a incêndio;
  • inspeções nas rotas e na sinalização de fuga;
  • elaboração de relatório sobre irregularidades encontradas;
  • encaminhamento de relatórios aos setores competentes;
  • orientação à população fixa e flutuante (clientes, prestadores de serviço e outros);
  • execução periódica de exercícios simulados de situações de incêndio e emergência;
  • promoção de campanhas de prevenção de incêndio juntamente a equipe de segurança do trabalho.

Emergência

Caso a prevenção não tenha sido suficiente para evitar o incêndio e suas consequências a equipe da brigada de incêndio deverá:

  • identificar a situação e o nível do risco;
  • isolar a área para possibilitar trabalhos de emergência;
  • acionar alarmes sonoros, visuais e demais disponíveis nos ambientes;
  • iniciar o abandono parcial ou total da empresa, mantendo de preferência uma distância de 100 m do local;
  • acionar o Corpo de Bombeiros Militar, se necessário;
  • solicitar ajuda externa (PAM, plano de auxílio mútuo);
  • cortar energia elétrica geral ou de equipamentos específicos;
  • prestar os primeiros socorros, mantendo ou restabelecendo as funções vitais das vítimas até a chegada de serviço médico especializado;
  • controlar o pânico;
  • combater o princípio de incêndio e agir para a eliminação do sinistro;
  • confinar o sinistro evitando que este se propague para outros ambientes;
  • instruir o abandono das áreas envolvidas com segurança e de forma ordenada;
  • receber e orientar o Corpo de Bombeiros;
  • preencher o formulário de registro de trabalho dos bombeiros;
  • investigar o sinistro e suas causas para que não ocorram os mesmos fatos novamente;
  • encaminhar o formulário ao Corpo de Bombeiros para atualizar dados estatísticos.

Quando a brigada de incêndio é obrigatória?

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A segurança e medicina do trabalho foram instituídas pela Lei Federal 6514 de 22 de dezembro de 1977. Essa legislação incumbiu o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a coordenar, orientar, supervisionar e fiscalizar essas duas atividades.

No que lhe concerne, o MTE criou a Norma Regulamentadora número 23 (NR 23) visando à proteção do patrimônio físico e humano. Em seu primeiro parágrafo, estabelece que “todos os empregadores devem adotar as medidas de prevenção de incêndios em conformidade com a legislação estadual e as normas vigentes aplicáveis”.

Ao nível de Estado, a obrigatoriedade e a composição da brigada de incêndio é determinada pelo Corpo de Bombeiros Militar, cada unidade da federação atende a sua própria legislação.

Para saber se uma empresa precisa ou não da equipe de brigadistas, devem ser verificados alguns parâmetros como, a atividade da empresarial, o número de funcionários, o grau de risco de incêndio, a área e altura da edificação e outros que se fizerem necessários.

A partir disso, devem ser seguidas as prescrições das instruções técnicas estaduais (ITs). Esses são documentos criados com o objetivo de normalizar as medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco. São previstos em decretos Estaduais e elaborados pelo Corpo de bombeiros com participação da sociedade civil. Encontram-se disponíveis no site das corporações para consulta pública.

Por exemplo, as informações da brigada de incêndio em Minas Gerais, encontram-se na IT 12, já em São Paulo é a número 17. Portanto, para compor a equipe de brigadista de maneira correta e a empresa receber o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) deverá ser avaliado cada caso de acordo com cada Estado.

Caso o seu Estado não tenha uma instrução técnica específica, a sua empresa deverá seguir a norma brasileira NBR 14.276, que é referente ao Programa de Brigada de Incêndio. Essa norma estabelece alguns parâmetros e condições mínimas que devem ser respeitadas para a elaboração de um programa de brigada de incêndio. Para isso, poderá ser aplicada em edificações industriais, comerciais, de serviço e residenciais.

A empresa que tiver um efetivo mínimo de cinco bombeiros profissionais civis, por turnos de 24 horas e viaturas de combate a incêndio em conformidade com a NBR 14.096 (viaturas de combate a incêndio) poderá ficar isenta da brigada de incêndio, desde que o bombeiro profissional ministre treinamento periódico aos demais colaboradores.

Como montar uma brigada de incêndio?

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Depois de verificarmos a obrigatoriedade de implementação da brigada de incêndio na empresa devemos determinar o número de funcionários para compor esse grupo, por meio de cálculos matemáticos simples e a consulta das tabelas apresentadas nas instruções técnicas dos bombeiros do Estado em questão.

Por exemplo, para uma loja contendo 9 pessoas em Minas Gerais, devemos considerar a população fixa por pavimento e multiplicar por um percentual que consta na tabela “A” da instrução técnica número 12 (IT 12). Assim vamos obter 9 x 40% = 3,6, deve-se arredondar esse valor para mais, com esse resultado devem ser selecionados 4 brigadistas.

Para montar o time de colaboradores, devem ser seguidos alguns critérios básicos, o ideal é que contenha membros de todos os setores da empresa. Vale ressaltar que, caso o candidato não atenda todas as orientações, deverão ser selecionados aqueles que atenderem ao maior número de quesitos. Conheça os principais:

  • permanecer na edificação;
  • ter experiência prévia como brigadista, se possível;
  • estar em boas condições físicas e mentais;
  • conhecer as instalações da empresa;
  • ter responsabilidade legal;
  • ser alfabetizado.

A brigada de incêndio obedece a um organograma e de acordo com o tamanho da empresa cada grupo exerce determinada função.

Brigadistas

Os brigadistas são os membros responsáveis por “realizar a prevenção e o combate a incêndios, prestar os primeiros socorros, avaliar riscos, elaborar relatórios, orientar pessoas, acionar o corpo de bombeiros”, e outras ações que tenham como objetivo resguardar a vida de todos os envolvidos;

Líder

É o componente do grupo responsável pela coordenação e execução das ações de emergência de um pavimento ou um setor da empresa. Ele deve ser escolhido por meio de processo seletivo dentre os demais brigadistas;

Chefe

As atribuições do chefe são a coordenação e execução das ações de emergência de uma determinada edificação da empresa. Também é escolhido por processo seletivo dentre os demais brigadistas;

Coordenador geral

É o brigadista que deverá coordenar e executar as ações de emergência de todas as edificações pertencentes a uma mesma companhia. Ele deve ser uma pessoa com capacidade de liderança e que consiga o apoio da direção da empresa ou que faça parte dela. Em caso de ausência desse elemento deverá haver no plano de emergência, um substituto com a mesma capacidade.

As pequenas empresas com apenas uma edificação e um pequeno número de funcionários e membros da brigada não são obrigadas a manter o chefe e o coordenador geral da brigada, nesse caso basta o líder e os brigadistas.

É importante esclarecer que o brigadista deve ser preferencialmente voluntário, portanto, não pode ser coagido pela empresa para ocupar tal função. Não existe remuneração específica para esse cargo. No entanto, a condição de voluntariado não exime esse profissional das responsabilidades previstas na legislação, tanto que em casos de negligência poderá responder processos civis e criminais.

Como é o treinamento da equipe?

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Os colaboradores selecionados para compor a brigada de incêndio devem frequentar um curso com carga horária mínima de 12 horas, com pelo menos 8 horas de exercícios práticos. Normalmente, os conteúdos ministrados nos cursos de brigadista são divididos em combate a incêndio e primeiros socorros. Confira, a seguir, alguns dos conteúdos programáticos que uma equipe de brigada de incêndio estuda.

Combate a incêndio e teoria básica do fogo

Na emenda da grade para o curso em relação ao combate a incêndio o brigadista vai aprender sobre:

  • triângulo do fogo (combustível, comburente e ignição);
  • classificação dos combustíveis;
  • energia e temperatura de Ignição;
  • ponto de fulgor e tipos de combustão;
  • tipos de Fumaça;
  • equipamentos de detecção, alarme e de comunicação;
  • transmissão de incêndio (condução, convecção e radiação);
  • classificação dos Incêndios, causas, classes e métodos de extinção;
  • extintores de Incêndio;
  • rede fixa de combate a incêndio;
  • maneabilidade de extintores de incêndio e de mangueiras;
  • evacuação de edificações;
  • controle do pânico;
  • pontos de encontro.

Primeiros socorros

No curso de primeiros socorros, o aluno terá conhecimento dos procedimentos necessários para o atendimento às vítimas:

  • avaliação primária da vítima;
  • protocolo ABCDE (air, breathing, circulation, disability e exposure);
  • alinhamento e uso do colar cervical;
  • rolamentos 90 e 180 graus para posicionamento da vítima na prancha
  • métodos de desobstrução de vias aéreas em caso de líquidos e sólidos;
  • reanimação cardiopulmonar;
  • sinais e sintomas de parada cardíaca;
  • mecanismos de RCP em Adultos e Crianças;
  • interrupção da reanimação cardiopulmonar;
  • uso do desfibrilador;
  • fraturas e técnicas de imobilização;
  • técnicas para controle de hemorragias.

Após concluírem os tópicos obrigatórios, os candidatos devem se submeter a dois tipos de avaliação. A primeira delas é uma prova teórica de forma escrita e dissertativa, já a segunda o avaliador analisará o desempenho do aluno nos exercícios durante o curso.

Para serem aprovados os participantes precisam obter no mínimo 70% de aproveitamento nas duas avaliações. Feito isso, receberão o certificado de brigadista, expedido por profissional habilitado.

O certificado de brigadistas deve conter as seguintes informações:

  • nome completo do aluno com número do documento de identificação;
  • carga horária;
  • período de treinamento;
  • nome, habilitação e registro do instrutor;
  • citar que o certificado está em conformidade com a instrução técnica.

O profissional considerado habilitado para treinar brigadistas e ministrar o curso de brigada de incêndio deve ter pelo menos as seguintes formações:

  • curso de técnico de segurança do trabalho e estar devidamente registrado no conselho regional que regula a profissão, por exemplo, o CREA ou no Ministério do Trabalho;
  • se for militar das forças militares ou membro do corpo de bombeiros deve ter escolaridade completa pelo menos até o nível de 2° grau e um curso de formação de combate a incêndio de 60 horas-aula, no mínimo e 40 horas de emergências médicas.

O treinamento da brigada deve ser realizado no máximo a cada dois anos, ou em casos em que houver alteração de 50% dos membros da equipe. Passado este período, deverá ser realizado novo curso.

No entanto, quando já houver brigadistas do curso anterior, a parte teórica será facultativa para esses profissionais, no entanto, é necessário uma pré-avaliação da teoria, valendo os 70% de aproveitamento para aprovação.

Outro momento em que os brigadistas podem ser avaliados é nas vistorias técnicas do Corpo de Bombeiros. Nelas, o militar aponta um brigadista e faz perguntas que normalmente estão listadas na instrução de brigada.

Caso o primeiro membro escolhido pelo bombeiro não forneça as respostas de maneira satisfatória, poderá ser indicado outro candidato, e se esse também, não for aprovado será exigido novo treinamento da equipe.

Os brigadistas devem portar, em lugar visível, um crachá que o identifique como membro da brigada. Nas situações reais ou de simulados de emergência, devem usar braçadeira, colete ou capacete para facilitar sua identificação e auxiliar na sua atuação.

Quais são os EPIs necessários para os brigadistas?

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Assim como existem EPIs para bombeiros, os brigadistas precisam estar preparados no momento de executarem as suas atividades, principalmente, nas emergências. Esses profissionais devem estar protegidos com equipamentos próprios, pois, de nada adianta ficarem feridos e passarem de combatentes para vítimas, não é verdade?

Para isso, esse profissional deve usar a roupa correta de combate a incêndio, e os outros equipamentos de proteção individual. Conheça os principais (EPIs) para brigadistas:

Roupas compridas

O brigadista deve vestir camisas com manga comprida e calças, sendo que não devem usar bermudas, calças, ou qualquer outro tipo de vestimenta que os materiais recomendados para uniforme de brigada. O ideal é que seja um macacão, pois, é uma roupa capaz de proteger todas as áreas do corpo.

Além disso, os tecidos devem ser resistentes ao fogo e com cores vivas e chamativas (laranja, por exemplo), para a fácil identificação nos momentos de risco.

Bota

O componente da brigada de incêndio deverá usar calçados que protegem os pés tanto do calor quanto contra queda de objetos, como pedaços de madeira, tijolos e fragmentos de concreto, que são muito comuns em caso de incêndios. Assim o indicado é utilizar uma bota de couro, com cano alto, solado antiderrapante e palmilha isolante e resistente.

Caneleiras

As caneleiras são equipamentos complementares para proteção dos pés e das pernas. O ideal é que sejam rígidas o suficiente para absorverem os impactos.

Luva antichamas

O brigadista deve estar com as suas mãos protegidas com luvas específicas de proteção contra chamas. Elas precisam ser resistentes ao calor e, ao mesmo tempo oferecer mobilidade para a execução dos procedimentos e não dificultar o manuseio de equipamentos e vítimas.

Equipamento de proteção respiratória

Em ambientes em situação de incêndio ocorre a emissão de gases tóxicos que não devem de forma alguma serem respirados pelos combatentes nem pelas vítimas, pois, podem causar queimaduras no sistema respiratório, bem como a dificuldade de respirar. Por isso, o brigadista deve portar o equipamento adequado de proteção respiratória, como as máscaras.

Capacete de combate a incêndio

O capacete é um equipamento que oferece a proteção para a cabeça na manipulação das mangueiras e nos impactos com objetos. Além disso, esse tipo de EPI protege os olhos contra poeiras e possíveis objetos que possam atingir o brigadista, pois, são equipadas com viseiras, que também o protegem contra o calor.

Já o casco, que é a parte externa do capacete, deve ser resistente e construída com material termoplástico. É recomendável que ele possua uma crista longitudinal para proteger o brigadista contra choques.

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Esse capuz é utilizado embaixo do capacete para proteger a cabeça e o pescoço contra as chamas e as faíscas de fogo. Preferencialmente devem ser adquiridos aqueles fabricados com malha de fibra de meta-aramida ou similar. É válido lembrar, que é de extrema importância investir em equipamentos de proteção de qualidade e que apresentem as devidas certificações, pois, o barato pode sair caro e custar uma vida.

Personal Alert Safety System

Esse equipamento é conhecido como alerta de homem-morto. Ele emite um sinal sonoro para os casos em que o brigadista não apresenta movimentos. Dessa maneira, a equipe é acionada para verificar a segurança do profissional.

Cabo de vida e mosquetão

Existem situações em que é necessário fazer algum trabalho em altura ou descer o içar algum equipamento, ou uma vítima, portanto, o cabo de vida e o mosquetão, são obrigatórios para o brigadista.

Lanterna

Mesmo em casos de incêndio durante o dia a fumaça prejudica a visão dos combatentes, podendo prejudicar o salvamento das vítimas, bem como a segurança dos próprios profissionais da brigada. Em razão disso, a lanterna é indispensável para a equipe de brigadistas. E, normalmente a energia elétrica é cortada dessa forma esse equipamento essencial.

Equipamentos de comunicação

Os membros da equipe da brigada de incêndio devem manter contato durante toda a ocorrência do incêndio ou no caso de vistorias de prevenção. Para isso, cada um deve portar um rádio comunicador ou um alto-falante, para os casos de evacuação, pois, podem ser ouvidos a grandes distâncias.

Plano de intervenção e brigada de incêndio

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O plano de intervenção ou emergência tem uma relação direta com a brigada de incêndio, mesmo que sejam instruções técnicas diferentes. No entanto, o conhecimento de ambos é essencial para os processos de segurança da empresa.

Esse é um planejamento prévio para as ações a serem tomadas em caso de prováveis emergências nas edificações. Nele está previsto o reconhecimento das instalações da edificação, contendo informações para a equipe de emergência, funcionários e público que venha a frequentar os ambientes da empresa.

O Corpo de Bombeiros recomenda nas instruções técnicas desse plano de emergência que durante a vigência do auto de vistoria (AVCB), sejam realizados simulados com a presença da brigada de incêndio e da corporação.

Portanto, nas edificações de empresas em que seja necessária a implantação desse documento, os brigadistas devem conhecer todas as estratégias e etapas que forem definidas no plano de intervenção, de maneira que possam se adequar a elas e tenham as orientações adequadas de como proceder em cada tipo de situação.

Mesmo sabendo que, manter os colaboradores da sua empresa, protegidos por meio de ações de segurança é uma atividade prevista por lei e assim se torna obrigatória, tenha em mente que essa prática que salva vidas também promove o bem-estar e o conforto de todos aqueles que estão envolvidos nas atividades da corporação.

No entanto, é preciso promover uma mudança de pensamentos e hábitos, de maneira que uma cultura de boas práticas de prevenção seja implantada e que todos os processos empresariais sejam realizados colocando a segurança em primeiro lugar.

A brigada de incêndio é uma parte fundamental para a preservação da vida dos seus funcionários e dos bens do seu negócio. Portanto, fique de olho nas obrigatoriedades e equipamentos de segurança da sua empresa, pois, assim além de proteção se beneficiará de uma série de vantagens, como o aumento da produtividade da sua equipe, além de agregar uma melhor imagem perante o mercado de trabalho e a sociedade.

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Sobre o autor

Flavia Vaccaro

Flavia Vaccaro

Flavia é redatora do Gaveteiro.com.br

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