E-commerce: custos vs rentabilidade

Antes de nos aprofundarmos neste tema, vamos fazer um breve resumo do que é um e-commerce, para que não fique mais dúvidas sobre este tipo de mercado e, assim, podermos conhecer mais detalhes sobre ele.
Pergunta básica: O que é e-commerce? O termo em português significa “comércio eletrônico”, podendo ser definido como qualquer tipo de comércio que realiza a sua transação comercial por meio da internet. Os negócios podem ser desde sites (chamados de lojas virtuais) destinados aos consumidores, comércio de bens e serviços entre empresas, até sites de leilões.

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Existem dois tipos de e-commerce: ao negócio que tem como público alvo o consumidor dá-se o nome de B2C (Businnes to Consumer), já a transação feita entre empresas chama-se B2B (Businnes to Businnes). No início o e-commerce era usado, basicamente, para vender produtos mais simples, como livros, por exemplo. Hoje é possível comprar e vender praticamente de tudo pela internet: desde carros e iates até produtos artesanais e alimentos.
As vantagens de se abrir uma e-commerce são significativas. O e-commerce é um canal muito mais dinâmico que as lojas convencionais, nele é possível criar vitrines virtuais diferenciadas e atualizá-las sempre, além de fazer interação com as mídias sociais, como Facebook, Twitter e etc.. Disponibilidade total, a loja virtual está disponível a qualquer horário que o consumidor desejar comprar. Com ela não existe a barreira de horário nem locomoção, é a praticidade ao alcance das mãos. Com o e-commerce é possível manter o conceito de estoque por demanda, ao contrário da loja física, não é necessário ter o produto em estoque no ato da compra, mas sim, garantir que o cliente o receberá dentro do prazo de entrega estabelecido. E uma das maiores vantagens é a redução de custo operacional, não há custos com vendedores e estrutura física da loja, por exemplo, o que faz diferença no faturamento. Por essas razões muitos negócios que não dão certo no estilo loja física, podem dar certo pelo canal da loja virtual.

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Assim como para o comércio físico, para abrir e manter um comércio digital é preciso obedecer às regras da legislação. É obrigatório que os sites informem seus clientes sobre as condições de venda de seus produtos e serviços. Estar de acordo com as normas do Código do Consumidor, Código Civil e Código Comercial é fundamental para proteger tanto o e-comerciante como o consumidor no processo de venda. É preciso que o site deixe bem claro as condições de compra on-line, as condições de pagamento, o frete e prazo de entrega e o prazo de retratação. Para mais detalhes acesse o link http://pt.kioskea.net/faq/11362-condicoes-gerais-de-venda-para-um-site-de-comercio-eletronico . E desde 2013 a legislação para comércio digital ficou mais dura. As lojas passaram a ser obrigadas a fornecer informações básicas como nome e número do CNPJ da empresa, endereço físico e eletrônico, bem como detalhes sobre o produto, incluindo possíveis riscos à saúde, além de oferecer um serviço de atendimento ao cliente. Lembrando que as regras valem também para sites de venda coletiva. Podendo receber multas, suspensão e até fechamento as lojas que descumprirem as normas.

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Já falamos sobre as vantagens do e-commerce, vamos falar então sobre a rentabilidade que este comércio vem apresentando. Estima-se que o crescimento dele em 2013 foi de 29% com um faturamento total de R$31 bilhões, o que equivale a 3% do total de vendas do varejo brasileiro. O mobile commerce em Janeiro de 2013 alcançou 2,5% de share em volume transacional, e segundo pesquisa E-bit, o Brasil registrou 42,2 milhões de e-consumidores em 2012, o que é um valor bem animador e que gera otimismo para o mercado. E a tendência é que número cresça ainda mais. Só no primeiro trimestre de 2013, cerca de 4 milhões de internautas fizeram sua primeira compra on-line, e a geração que nasceu com a internet está chegando à este mercado, o que faz o que ele se torne ainda mais promissor.A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico prevê para este ano de 2014 um crescimento de 30% nas vendas online. Sem contar que com a copa do mundo o Brasil pode se tornar um dos países com maior número de consumidores online, bens como televisores, artigos de vestuário e bebidas devem acelerar este crescimento.  A copa vai colocar o Brasil em evidência e tende a aquecer ainda mais este mercado.

Estes números concretizam que o crescimento deste mercado é impressionante, por isso, vale a pena investir nele, muito a pena!!!

 

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